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26.6.09

Dia contra o glamour

Esse post é um editorial-crítico-e-sem-conteúdo sobre o dia 25 de junho 2009: dia da morte do glamour.

Não me interessa nenhum um pouquinhoooooo, meu bem, what the hell you think sobre o Michael Jackson! Eu não sou fã do cara, já ouvi coisas hoje sobre ser a favor dele por conta de uma infância difícil, ter um pai ruim, umas irmãs loucas, por ter feito sucesso muito cedo... E gente muito contra, por conta dos escândalos de pedofilia, pela controversa mudança de cor da pele supostamente causa de vitiligo, e por ser assim meio louco...


Anyway... Toda vez que eu ouvir Beat It, Thriller, Billy Jean e Black Or White (adoooooro o clip), eu vou miacabaaaaaaaaaaaaaar, enlouquecida e piriguete na balada! A única coisa que posso dizer é obrigada pelas músicas glamourosas que deixou! Sem falar que Jackson 5 é muito, muito, muito legal!

Mas, antes disso... Mas, uma vez a morte do glamour com Farrah Fawcett... Nesse caso, o glamour morreu afogado de tiro na fogueira! Nunca as mulheres que querem ser louras, altas e glamourosas vão esquecê-la! E nem os cabeleireiros que amaaaaaaaaaam aquele cabelão lindo, incrível e maravilhoso... Tá, eu sei que cabelo permanece depois que a gente morre durante muito tempo, mas Farrah Fawcett fez muito mais do que nascer com eles. Ela deu glamour a eles.


Por isso, digo tristemente que o dia 25 de junho de 2009 foi e sempre será um dia dramático.

7.4.09

Ai, que vergonha!

Hey people!!

Cá estou eu, fazendo o que sei de melhor: me envergonhar em público. Não faço isso com nenhum traço de culpa em nenhuma parte de mim mesma, até porque, depois do trauma clarificado de culpa, acho que não vou senti-la por um boom tempo.

De qualquer forma, venho aqui, fazer uma pequena listinha daquilo que chamo de meus "guilty pleaseur´s" musicais. Para quem não conhece essa fantástica expressão em inglês, tem a ver com aquelas coisas vergonhosas que gostamos, que sabemos que é ruim, que ninguém gosta, mas que, mesmo assim amaaaaaaaaaamos.

Não vou me estender sobre isso, porque pode acabar caindo naquele lance chato de relacionamentos.Uózice demais de minha parte.Enfim, por isso, coloco aqui, a minha incrível lista de músicas vergonhosas das quais gosto (e muito)!

E, preste bastante atenção, que vai ser uma lista vergonhosa MESMO! Nada de pseudo-cultice para cima de listas assim. Nada de anos 80, nem Boybands (até porque, não me envergonho de escutar Backstreet Boys até hoje!), muito menos, nada de músicas bregas, porque elas são legais!!


1. McFly - One for the radio : achei melhor começar com a mais recente de minhas vergonhas. Estava eu, um dia, vendo Multishow, e passou o clipe desses "fofos". Bem, gostei da música. Ela tem uma letra muito divertida, e uma mini-mensagem legal "We all look the same in the dark"!O ritmo dela é tão cativante, quando chega ao refrão, principalmente. Quero sempre escutar denovo, denovo e denovo. [Plus, os meninos do McFly são bonitinhos e britânicos.]

2. Ashlee Simpson - Pieces of me : música de menininha. Quando se escuta, dá uma vontade de cantar. Fantástico. Atire a primeira pedra quem nunca cantou alto [ou quis cantar beeeeeem alto] uma música quando a escutou no rádio. Gente, faz parte da beleza da música! Na verdade, acho que gosto dessa música por causa da viradinha que dá para o final, quando ela canta "How doyou know everything im about to say...?"

3. Fall Out Boy - Dance, dance : os fall out boy são, aparentemente, minha maior fraqueza. Gosto de muitas músicas deles, só coloquei essa porque foi a primeira que gostei. Isso porque ela não mente, nem vai contra aquilo que pretende. Se chama "Dance, dance" e realmente te faz dançar. Ou pelo menos, ter a mínima vontade de. O grande trunfo dela, é ter uma bateria absurdamente ritmada, e uma letra absuuuuuuurdamente nonsense. [Plus: o clipe é fantástico. nada como a vingança dos nerds!!!]

4. Avril Lavigne - Don't tell me : vou falar a real, e dizer que nem eu acredito que gosto dessa música. Durante muito tempo neguei que gostava. Neguei tudo. Mas, gosto. E por causa de uma coisa, para falar a verdade, por causa de um menino [e isso torna tudo ainda mais patético]. Tava meio afim de um menino quando essa música tava tocando muito. Não sei como se deu, mas essa acabou virando a música-tema dele [sabe como é, penso em filmes, e minha vida se torna um musical]. E, agora, toda vez que escuto, lembro dele. Me dá uma incrível sensação de que consegui superar tudo, e de que venci "Im better off alone, anyway"

5. Simple Plan - When I'm gone : por causa dessa música, uma das minhas melhores amigas quase fez uma greve de silêncio. Ela se recusou a responder qualquer msg minha enquanto eu escutava a esta música [acreditem, quando se mora longe dos amigos, o msn se torna algo muito bom e uma não-resposta-de-mensagens pode ser torturante]. De qualquer forma, acho essa música legal. Ela tem uma pegada revoltadinha, e uma letra de sacode-a-poeira-dá-a-volta-por-cima, mas não é [só] por isso que gosto dela. Gosto por causa da mudança de ritmo que tem no final, é ótima de se cantar em voz altissima![ah, e eh a unica musica, até hj, q escutei cm a palavra "procrastination"]

6. Sugarbabes - About you now : música de menininha na pré-adolescência que quer comprar a Capricho e a mãe não deixa. Ou de menininha que gosta de um menino da série acima, e ele nem dá bola para ela. Adoro! [sem mais comentários para ela!]

7.The Veronicas - Forever :a priori, odeio vocais femininos em musicas com guitarras. Não com elas. Gosto dessa música porque ela apareceu em um filme de comédia romântica [a explicação só piora, né?] chamado "Ela é o cara".Inclusive, gosto desse filme por causa do mesmo garoto de quem já falei; na verdade, por causa da atriz do filme Amanda Bynes, que esse garoto x comparou comigo, e com todo meu jeito desajeitado de ser. Nem preciso falar que passei a ver tudo que ela fez, ever. Tá, ela é uma boa atriz. Bem, voltando a música: acho-a provocativa. "So tell me what u´re waiting for(...) I wanna spend the night with you".

8. S-Club 7 - Dont Stop Movin' : s-club 7 , que depois virou s-club, era um grupo de 7 ingleses que tinham um seriadinho no Nickelodeon. Algo meio parecido com o que era o RBD, só que com um pouco mais de qualidade, sotaque de qualidade, digo. Gosto dessa música por causa da parte "Listen to your heart and touch the sky", é o ápice. Dá vontade de dançar, cantar, fazer tudo ao mesmo tempo.

9. Milley Cyrus - Start All Over : comecei a gostar dessa música por causa do clipe. Ele é muito divertido. Apesar de não gostar muito da Milley Cyrus, essa música me cativou. "You make me want to forget", com o sotaquezinho na última palavra, é demais! Gente, é a volta do pop, isso é muito legal. E ainda tem um pouco de guitarra, sério, essa música é para balançar, no minimo, a cabeça. [sem contar na temática bjomeliga dela. adooooooooooro!]

10. Paramore - Misery Business : o refrão dela é total adolescente que coloca aquelas frases feitas "quer?pega a fila ...." no orkut, mas é dele que eu gosto. "I got it when I wanted, now" Apesar de todos os pesares, ainda é uma música divertida!



Acho que é isso, agora vocês já podem falar que me conhecem. Nada como mostrar as vergonhas para se sentir um pouco mais livre!

Vou quebrar o costume dos posts do Amplifika, e vou assina-lo.Até pq, o Amplifika não pode pagar pelo meu gosto musical assaz duvidoso, rsrs.

Ass: Camila de Lira [aka, a santista-britanica-louca-que-gosta-de-escrever-de-madrugada!]

28.11.08

Overdose de Britney

Demos uma olhadinha nas capas em que a queridiiinha apareceu, bem... Cá está a retrospectiva:


[sons do post: Womanizer // Break the Ice // Overprotected ]



Essa é a capa de abril de 1999. Britney fazia sucesso com "Baby, one more time".Ela tava no auge dos seus 17 aninhos (!!!), e esta capa foi um verdadeiro furor! Acharam sexy demais, acharam ousada demais... E, eu digo, acho a capa demais! Ela segura um telefone E um Teletubbie!! A chamada fala de um "sonho adolescente"
A blogueira de gosto assaz duvidável deste blog achou uma grande semelhança entre esta capa e uma cena do filme "Beleza Americana", que , coincidentemente, ganhou o Oscar de Melhor Filme nesse mesmo ano.
A cor dessa capa é predominantemente rosa, mas o que chama atenção mesmo é o sutiã preto dela. Tem um quê de inocência, e muito de sex-appeal!
Todos os caminhos de olhar levam à Britney! Ela era a sensação, e de todas as capas que ela apareceu, esta é uma das melhores! Tem um ar de novidade... Ai Britney, que saudades!





Essa capa é de maio de 2000. Britney aparece como uma autêntica queridinha da América. Ela veste a bandeira, ela simboliza os ideais dos EUA. A chamada ajuda a aumentar esse espírito político, e parafrasea o Tio Sam "Want You for the Army" daqueles cartazes do exército. Seria legal se ela tivesse apontando para gente na capa, mas nem sempre eles usam a referência de manira completa!
A cara de Britney acompanha a idéia da capa anterior: inocente e sexy.
Para aqueles que ficaram devaneando nas terras da memória, nessa época Britney tinha acabado de lançar "Oops... I did it again" , e tinha vendido mais que água barata em Tim Festival (ou em Rock in Rio, já que estamos no passado)!
E, novamente, temos o olhar desviado para o top de Britney. Toda a capa, incluindo a posição do corpo dela, faz com que circulemos o olhar e voltemos para ela. O poder de Britney emanava, mais que o da bandeira norte-americana.É puro lusho, poder, riqueza e sedução, babe!




De todas, a capa de setembro de 2001 é a mais sem graça. Britney estava para lançar Britney, o álbum que tem aquela que foi a música-da-virada, quando ela cansou de ser uma menininha, e passou a ser a femme fatale-britney-dançante-com-uma-piton-no-ombro-no-VMA! Acredito que essa capa não conseguiu captar o momento de Britney, embora a declaração dela tenha sido bastante bombástica dizendo para que parassem de lhe tratar como uma menininha.
Britney já tinha 19 anos quando fez essa capa, tentava dar um grito de liberdade.
Graficamente falando, é bem fraca. O olhar incide sobre o umbigo dela, ou melhor, sobre o piercing, e se dispersa pela capa. Não volta mais para ela... Seria uma premonição dos dark days de Britney que a RS fazia?!

[PS: Britney tava magra, neah?!]





Ainda em 2001, mas em novembro. Britney apareceu novamente na capa, dessa vez para aparecer um pouco mais suave e ...sensual. Bem, acredito que a pose não tenha favorecido em muito a princesinha do pop. Sem contar que, desculpa terei que comentar isso, por que, RAIOS, o tamanho do peito dela aumenta/diminui cada capa que a gente vê? Sério, dá uma olhada nas capas acima, e compara. Se vc for homem sei que o trabalho fica bem mais fácil. Nessa capa, são eles que chamam a atenção do primeiro olhar. Mas, como a de cima, o olhar se perde. E nem podemos ver, direito, o olhar suplicante de Britney para que a gente a deixe em paz.
O olhar dela está bem no tom de "Im not a girl, not yet a woman", música que foi lançada com o álbum Britney.
Acho que em 2001 a Rolling Stone tava com a mão fraca para fazer capas, isso sim! Vide a capa que fizeram da Jen Anniston, que G-ZUS APAGA A LUZ, tá muito ruim!!





Man, essa capa é muito hot! Ela é de outubro de 2003. Antes de falar da capa, falemos da vida de Britney Spears. Até 2002 ela mantinha a imagem de garota-virgem. Foi quando, no meio deste ano, algo aconteceu: ela terminou com Justin Timberlake (momento em que a blogueira-forrozeira do Amplifika suspira longamente). Começaram as farpas, e ele deixou "escapar" que a Britney não era virgem ... Bem, foi então que ela chutou o pau da barraca. Não precisava mais fazer uma imagem de santinha mesmo, e com o perdão da expressão ...tocou o puteiro. Saiu de férias, e voltou com In the Zone, álbum que continha músicas como Toxic e... Me against the music, em parceria de Madonna.
A parceria foi comentada por todo mundo, era a rainha do pop passando o bastão para Britney! E, essa passagem foi literalmente selada, com um beijo entre as duas na apresentação do VMA 2003. Por isso essa pose safadinha de Britney nessa capa!
Com toda certeza esta é a capa mais sexy que Britney fez, e uma das mais bonitas também. Nela tem um movimento, e o olhar fica preso no corpo de Britney!"She is not that innocent!"





Bem, quando você chega ao topo o que te resta é decair. A capa da edição de fevereiro de 2008 mostrou uma Britney diferente daquelas outras. A chamada de capa também aponta para isso: Britney Spears: por dentro de uma tragédia americana. Nooossa! Que mudança enorme! Também, 5 anos se passaram desde a última capa. Nesse meio tempo Britney casou em Vegas, descasou em um dia; se casou com um dançarino, teve dois filhos, se separou desse dançarino. Começou a andar com Paris Hilton, foi pra balada sem calcinha, atacou paparazzis.. Enfim, tocou o puteiro geral. Tanto que acabou perdendo a guarda dos dois filhos E o poder de mexer nas próprias contas. Britney tava no fundo do poço, bem lá, enterrada na lama e no lodo e na...bem..vcs já entendem em oq mais ela tava enterrada. Por isso essa capa não tem nada de sexy, nada de viva, é apenas ...o rosto de uma tragédia! Está até em P&B, for God Sakes!!!







E ela ressurge, linda, fina e feminina das cinzas, de cinza. Na capa da RS deste mês! Sim, Britney aparentemente voltou. E com um jeito mais maduro. Pudera, ela está no auge dos seus 26 aninhos (quase 27...) De todas, esta é a capa que parece ser mais natural. Em que a roupa não parece forçada, nem a pose muito....posada.
O ponto mais visível desta capa, não é mais o corpo de Britney embora ele chame bastante atenção, o primeiro olhar da capa vai para o sorriso dela!
Outra coisa que quero me ater é à chamada : "Yes she can!", eles parafrasearam o slogan de campanha de Obama, o presidente-eleito-pop-rock-and-roll dos EUA.
Sim, meninos e meninas, ela pode! E muito!!





Brit na RS!

Brit está realmente de volta. o/
Ela está na capa da Rolling Stone de dezembro. Bela, poderosa... Mas dizem que a sobrancelha tá meio assim...

Na entrevista, falou sobre como está levando uma vida normal etc.
Tá indo dormir às 9h30 da noite, não sai pra balada e se sente uma velhinha.




Os meninos já estão aprendendo palavrinhas fofas como "stupid", e Preston "says the f-word now sometimes". =O "He doesn't get it from us. He must get it from his daddy. I say it, but not around my kids." Ahhh bom. Direita.

29.10.08

O glamour de sair de casa desglamourosa ou O jeito Britney de viver

Ok, não nego mais. Também fui tiete da Britney na minha adolescência e ainda gosto de liberar a chacrete ouvindo as músicas dela. Super acompanho nos blogs de fofoca os seus passos e fico ali, torcendo, “go, Britney!” quando ela passa por maus bocados. Não chego ao nível de “Leave Britney alooooone”, porque né? Mas torço por ela.

Um aspecto em especial que me causa admiração, porém, é o seu glamour do dia a dia. “Oi? Ela sai toda perebenta, descabelada e mal vestida”, vocês provavelmente dirão. Mas, meus caros, é exatamente aí que mora o luxo.

Ela pode. É poderosa, não importa que trapos esteja usando. Continua sendo a Britney, no matter what. Quantas estrelas de Hollywood não fazem o mesmo? Quando é hora de ser chic, elas são. (ok, Brit nem tanto) Mas pra que ficar se montando toda só pra ir pegar um frapuccino na Starbucks ou comprar chiclete na loja ao lado da sua casa? E olha que elas até teriam motivo pra se arrumarem, já que há sempre um monte de paparazzi as seguindo. Britney que o diga. Já vi vídeos dela comprando café, em loja de bebê, num posto de gasolina, malhando. E ela não tá nem aí. You go, girl!

Opa, vamulá


Admiro. Corajosíssima. Porque não é fácil ser uma garota. Estamos sendo julgadas o tempo todo. Então é ótimo pode mandar tudo para o inferno e resolver ser livre. Nada de ficar passando corretivozinho, nada de passar preciosos minutos escolhendo a melhor roupa e deixando o cabelo perfecto para ir à padaria. Banho vale, porque também não é o caso de liberar geral e deixar a higiene de lado, néam? Isso não é nada diva. É sempre de bom tom sair por aí cheirosinha e limpinha. As perebas da Brit não são muito glamourosas.

O fato é que não importa que pareça que tenhamos acabado de sair da guerra. A correria e o stress que a gente enfrenta todo dia não deixam de ser um pouco disso. Então acho chic esse desglamour. A gente pode também .


Você pode também, gata!